As cidades inteligentes do Brasil

As cidades inteligentes no Brasil

Você já deve ter ouvido falar por aí que Florianópolis e (acho que todas) as cidades almejam se tornar “cidades inteligentes”.
Em um post alguns dias atrás eu cheguei a debater o conceito de “inteligente”, usado indiscriminadamente hoje em dia.

O debate, justamente, era entender o que torna algo inteligente que, no meu entendimento, é a capacidade de se adaptar e agir adequadamente frente a situações novas e inéditas com base nos sentidos, valores morais e experiências passadas. Salutar considerar, neste momento, que a cidade não age – quem vai agir são os cidadãos e os líderes da mesma.

Mas veio esta onda das cidades inteligentes com um conceito diferente. O governo federal lançou a “Carta Brasileira para Cidades Inteligentes
onde, ao que parece, ninguém queria ficar de fora para dizer que sua cidade não era inteligente. Conceituou um texto gigante:

CIDADES INTELIGENTES São cidades comprometidas com o desenvolvimento urbano e a transformação digital sustentáveis, em seus aspectos econômico, ambiental e sociocultural, que atuam de forma planejada, inovadora, inclusiva e em rede, promovem o letramento digital, a governança e a gestão colaborativas e utilizam tecnologias para solucionar problemas concretos, criar oportunidades, oferecer serviços com eficiência, reduzir desigualdades, aumentar a resiliência e melhorar a qualidade de vida de todas as pessoas, garantindo o uso seguro e responsável de dados e das tecnologias da informação e comunicação.

Ao que parece, não teremos “cidades inteligentes” tão cedo. Mas podemos ter iniciativas em pontos estratégicos a partir de líderes e cidadãos inteligentes, indo em direção deste conceito! Você conhece algum exemplo? Em breve posto aqui algumas destas tecnologias que ajudam nossas cidades na transformação digital.

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