Celesc

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Uma das explicações da Celesc para tantas reclamações contra o salto no valor das tarifas de energia em janeiro, é a incidência do ICMS na fatura, que para residências urbanas incide em 12% até 150 kWh, e após isso, nem que seja 151 KWh, 25%, mais que o dobro.

Um absurdo. O que impede o escalonamento do tributo, de forma que a incidência avance conforme o que for consumido? Está aí uma sugestão de projeto de lei no Legislativo estadual. E urgente. Esse injustiça contra o consumidor não pode continuar indo adiante.

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Comment (1)

  • Thales de Oliveira

    A desculpa é o ICMS e o consumo do ar condicionado. Não é: o chuveiro, que está desligado, devido ao calor, representa um consumo muito superior ao do ar condicionado. O Procon está certo: quero devolução do que foi exorbitado.

    9 de fevereiro de 2019 at 12:03

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