Chatbots e a inteligência da inteligência artificial

Inteligência – do dicionário, “faculdade de conhecer, compreender e aprender” ou “capacidade de compreender e resolver novos problemas e conflitos e de adaptar-se a novas situações.”

Desde o advento da revolução industrial, substituir pessoas por máquinas é uma máxima do mundo empresarial, assim como o debate dos seus prós e contras. Inteligências artificiais (IAs) já ocuparam os imaginários das pessoas em diversos ciclos da história.

Lembro a primeira vez que vi o filme clássico Metropolis, de Fritz Lang, e a criação do android “Maria” para enganar o povo, ou o Exterminador do Futuro, a trilogia Matrix e tantos outros com viés desastroso desta integração humanos – IAs. Porém, nos últimos anos, uma nova onda de relacionamentos (até amorosos) dos seres humanos com as inteligências artificiais vem tomando conta das telas. Willian Gibson, um dos grandes do cyberpunk, descreveu alguns romances assim.

Mas o que é efetivamente uma inteligência artificial? Nada mais é do que a tentativa de reprodução de nossa mente para tarefas específicas. Isso mesmo! Podemos até chamar de inteligente o controle de estabilidade do carro, um pouso de avião automatizado ou o reconhecimento facial que abre uma porta, mas confesso que ainda vejo a IA longe de atingir essa consciência da existência, ou a senciência.

Mas e os Chatbots? Muito mais do que aquele atendimento automatizado (clique 1 para a 2a via da conta, clique 2 para contratar…), os chatbots vieram com a proposta de conversas em linguagens naturais. Os mais famosos, como a Alexa da Amazon ou a Cortana da Microsoft, somam-se à muitas iniciativas disponíveis para testes hoje em dia.

O teste de Turing, aquele que aparece no filme Blade Runner (chamado lá de teste Voight-Kampff), sugere que alguém que interaja com uma IA e, depois de algum tempo, não consegue dizer se é uma pessoa ou não, ela poderia ser considerada inteligente.

Bom, já temos muitas opções para experimentar e testar!!
Por exemplo, duvido vocês não se apaixonarem pelo CogniToy Dino, que usa o Watson da IBM (veja aqui o vídeo bem legal!).

Então, como primeiro artigo da série de IA, proponho vocês conversarem com chatbots, como o Replika (procure no google por amigos virtuais ou algo parecido) ou mesmo com dispositivos como a Alexa ou algum amigo virtual e questionem para ele: “você é inteligente?” Depois comentem qual o resultado! Não encontrei ainda um que passou no teste de Turing comigo.

Compartilhe!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.