Frase do dia

Pelo IBGE, o Brasil tem hoje uma legião de 14,7 milhões de desempregados. Há mil razões para isso: herança maldita dos tempos do PT no poder, pandemia, o ‘fique em casa! ’ e até a manjada inaptidão brasileira para as lidas da vida.

Mas, na dita cuja, tudo tem solução. Eu acho que, por exemplo, 80% desse problema seria resolvido, cortando-se os custos nababescos da Câmara, do Senado e do STF.

Pense comigo: o orçamento anual da Câmara, Casa dos mais de 300 picaretas, é de R$ 6,3 bilhões; o orçamento do Senado, sede povoada por 81 senadores é de R$ 4,3 bilhões; a dinheirama que sustenta a Magda Corte habitada por 11 lordes entogados pernas-abaixo é R$ 712 milhões.

Somando esse prejuízo maluco, temos a bagatela de R$ 11,3 bilhões. Arredondemos o salário-mínimo do brasileiro para R$ 1.000; dividamos o orçamento das três onerosas casas do Legislativo e Judiciário e teremos 11 milhões e 300 mil empregos.

Logo os 14,7 milhões de desempregados passariam a ser apenas 3,4 milhões à cata do que fazer. Mas isso, a gente resolveria facilmente fazendo o mesmo com os salários dos 27 governadores e dos 5.570 prefeitos. Com isso, ter-se-ia (Epa!) dinheiro de sobra para abrir vaga para quem não quisesse ser morador de rua, ou dependente de bolsas-famílias e outros monstrengos tipo auxílio-emergencial.

RODAPÉ – Não se trata de fechar o Congresso e nem o STF, muito menos se cogita acabar com os feudos estaduais e municipais. Bastaria que a remuneração dessa zelite má prestadora de serviços públicos permanecesse a mesma que eles recebiam, quando foram eleitos ou alçados aos píncaros da glória na máquina pública.

Se, na hora de sua ascensão à coisa pública, eles estivessem desempregados, então, passariam a merecer o nosso saudável e cobiçado salário-mínimo. Com direito a ticket-refeição e vale-transporte.

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