Ídolo de barro

Ídolo de barro

E no clássico, outra aberração: uma “homenagem” de despedida ao jogador Marquinhos, por iniciativa do clube e de um veículo de comunicação.

Um ídolo menor, um antidesportista, com muitas falhas de caráter em toda carreira, demonstradas com a nojenta mania de cuspir nos adversários.

Curiosamente, sempre ganhou prestígio e proteção de boa parte da mídia esportiva da Ilha de SC.

Sua atitude mais recente foi dizer que já “é hora” de terminarem as lágrimas da tragédia do time da Chapecoense na Colômbia. Um ídolo de barro. E olhe lá.

Blog do Raul Sartori

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