Rogério Favretto, o desembargador plantonista e os 5 min. de fama. É por causa desses “magistrados”, que o judiciário está no banco dos réus.

Rogério Favretto, o desembargador plantonista e os 5 min. de fama. É por causa desses “magistrados”, que o judiciário está no banco dos réus.

No Brasil não  podemos mais admitir, é a armação apoiada pelo desembargador de plantão, Rogério Favretto, que não agiu como um membro do judiciário ao permitir a soltura do ex-presidente Lula (PT). O ato foi de um militante, que foi filiado pelo menos, por duas décadas no Partido dos Trabalhadores, tendo atuado nos governos de Lula e Dilma Rousseff, na Casa Civil ao lado de José Dirceu e companhia, além de ter passado por outros ministérios.

Só que Favretto não esperava, é que a astúcia fosse confrontada pela defesa da segurança jurídica. O absurdo argumento de que a pré-candidatura de Lula é um “fato novo”, para soltá-lo, situação (candidatura) que não é de hoje que até as pedras sabem, mostram o verdadeiro desprezo das lideranças do PT que insistem na libertação de Lula, seja para impor a sua candidatura, ou para através dele, dar musculatura a outro nome que possa lhes devolver o poder.

Por fim, Lula tem o direito de recorrer e questionar, tem o direito que não lhe falte a justiça, mas também precisa a exemplo de qualquer brasileiro, respeitar a justiça, pois, para quem tanto prega a igualdade, está faltando o exemplo. Mas voltando ao judiciário, quem os bons magistrados se levantem contra os causadores de uma crise que há tempos, tem tirado a crença das pessoas na seriedade de boa parte de quem é o responsável por assegurar a justiça para todos, não para uma casta.

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